28.10.17

Nesta quarta (01): reunião sobre o PANAZZOLO na PREFEITURA

Desde 09 de outubro estão acontecendo as reuniões entre moradores/as e Prefeitura para debater o Plano Diretor da cidade. A nossa (do Panazzolo, que pertence à Região Centro), é na próxima quarta-feira (01 de novembro), à noite, na Prefeitura. 

"O Plano Diretor fixa regras para a utilização do território municipal, definindo a localização de atividades, sistema viário, infraestrutura e diretrizes setoriais, além da forma de ocupação dos terrenos. Isso é super importante, porque define como será a cidade que vivemos! Saiba mais: 
http://bit.ly/2ktkZyV

 
Mais informações: goo.gl/DVay4p

24.10.17

O Brasil que queremos | Emir Sader | VÍDEOS

O BRASIL QUE QUEREMOS
reconstruir um projeto de país para todos/as
EMIR SADER
~ 19/10, 19h40, auditório do bloco H da UCS

O Brasil que queremos | Emir Sader | Parte 1: https://www.youtube.com/watch?v=y0sOyaf0BBI

O Brasil que queremos | Emir Sader | Parte 2: https://www.youtube.com/watch?v=NybiphxkIhE

~ Na última década, o Estado brasileiro começou a se abrir para políticas rumo a um país mais humano, solidário, democrático. Mas esse mesmo Estado ainda se mostra muito vulnerável à ditadura das elites. Da mesma forma, a economia do país ainda sofre com a hegemonia do capital especulativo, e o sistema tributário continua sendo injusto, recaindo sobre os assalariados e não sobre os ricos e os especuladores. Qual é então a revisão necessária – nas perspectivas, ações e prioridades dos setores e movimentos sociais? Essa é a reflexão sobre a qual se debruçaram diversos/as pensadores/as, líderes e especialistas no último ano, gerando propostas para setores estruturais do país, reunidas num livro recém-publicado: "O Brasil que queremos".

~ O livro "O Brasil que queremos" foi publicado pelo Laboratório de Políticas Públicas (LPP) da UERJ. Reúne economistas, físicos, filósofos e diversos/as especialistas, tematizando: política industrial, agrária, externa, ambiental, energética, cultural; crescimento, trabalho, emprego, renda e paz; reforma tributária, reforma política; novos desafios na educação e saúde públicas; democracia de gênero, democracia nas comunicações; sistema representativo, movimentos sociais; combate à pobreza, projetos sociais.

~ Informamos que ainda temos exemplares do livro "O Brasil que queremos" (organizado por Emir Sader e publicado pela Editora LPP-UERJ), para aquisição, no valor de R$ 40. Interessados/as favor contatar aqui no facebook (Associação de Microcrédito Popular e Solidário - Acredisol) ou por email (acredisol@gmail.com).

~ Emir Sader tem graduação em filosofia, com mestrado em filosofia e doutorado em ciência política. É professor da UERJ e coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Foi um dos idealizadores e organizadores do Fórum Social Mundial e é um dos cientistas sociais mais influentes da América Latina. Foi Secretário-Executivo do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO). É autor, co-autor e organizador de dezenas de livros, de editoras nacionais e estrangeiras, e participa no conselho editorial de diversas publicações.

~ Realização:
Graduação em Serviço Social - UCS
SINDISERV - Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul 
Sindicato dos Bancários de Caxias do Sul e Região
DVN Comunicação, Planejamento e Conteúdo (Débora Nonemacher)

13.10.17

O BRASIL QUE QUEREMOS



Na última década, o Estado brasileiro começou a se abrir para políticas rumo a um país mais humano, solidário, democrático. Mas esse mesmo Estado ainda se mostra muito vulnerável à ditadura das elites. Da mesma forma, a economia do país ainda sofre com a hegemonia do capital especulativo, e o sistema tributário continua sendo injusto, recaindo sobre os assalariados e não sobre os ricos e os especuladores. 

Qual é então a revisão necessária – nas perspectivas, ações e prioridades dos setores e movimentos sociais? Essa é a reflexão sobre a qual se debruçaram diversos/as pensadores/as, líderes e especialistas no último ano, gerando propostas para setores estruturais do país, reunidas num livro recém-publicado: "O Brasil que queremos". É sobre essas propostas que Emir Sader vem a Caxias falar. 

~ O livro "O Brasil que queremos" foi publicado pelo Laboratório de Políticas Públicas (LPP) da UERJ. Reúne economistas, físicos, filósofos e diversos/as especialistas, tematizando:
. política industrial, agrária, externa, ambiental, energética, cultural
. crescimento, trabalho, emprego, renda e paz
. reforma tributária, reforma política
. novos desafios na educação e saúde públicas
. democracia de gênero, democracia nas comunicações
. sistema representativo, movimentos sociais
. combate à pobreza, projetos sociais

~ Emir Sader foi um dos idealizadores e organizadores do Fórum Social Mundial e é um dos cientistas sociais mais influentes da América Latina. É autor, co-autor e organizador de dezenas de livros, de editoras nacionais e estrangeiras. Já palestrou em Caxias em 2003, 2009, 2010 e 2012. Neste último, no Congresso Internacional de Direitos Humanos, falando sobre Conjuntura Internacional.

~ Evento dirigido a estudantes, professores/as e profissionais das Ciências Humanas, atuadores/as de movimentos sociais, entidades comunitárias e a todos/as profissionais e cidadãs/ãos entusiastas de "um outro mundo possível". 

~ Inscrições: https://goo.gl/z1CpVz

~ Realização:
Associação de Microcrédito Popular e Solidário - Acredisol 
Curso de Licenciatura em Sociologia - UCS
Sinpro Caxias do Sul

~ Apoio cultural: 
Centro Acadêmico Sociologia Florestan Fernandes- Ucs - CASFF
Centro de Estudos, Pesquisa e Direitos Humanos - CEPDH
Graduação em Serviço Social - UCS
SINDISERV - Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul 
Sindicato dos Bancários de Caxias do Sul e Região
DVN Comunicação, Planejamento e Conteúdo (Débora Nonemacher)





18.9.17

DOIS CINEDEBATES HOJE à noite, em Caxias.

DOIS CINEDEBATES HOJE à noite, em Caxias.

Um no Panazzolo, outro do ladinho. 
Um sobre #migração, outro sobre #desemprego e #globalização


29.8.17

Aula pública não é crime; cerceá-la é que é. Fato absurdo e grave - infelizmente, no Panazzolo.


TRIBUNA ABERTA

Professores são perseguidos em Caxias do Sul

Professores da E.E. José Otão, de Caxias do Sul, sofrem perseguição após organizarem manifestação contra a situação da categoria no estado. Confira relato de professora.

segunda-feira 28 de agosto| Edição do dia

No início deste mês, os professores do turno da manhã da Escola Estadual Irmão José Otão, de Caxias do Sul, sofreram uma denúncia anônima, entregue na Casa Civil e repassada à 4ª Coordenadoria Regional da Educação (4ª CRE).

A referida denúncia critica a ação dos professores de realizar uma aula pública, em frente aos portões da escola – que se deu com o devido apoio protetivo da Guarda Municipal de Trânsito - sem autorização prévia de pais/responsáveis dos alunos que participaram da aula-protesto.

No início do mês de agosto, professores e funcionários da rede estadual de ensino entraram em greve por conta de mais um parcelamento de salários, um entre tantos ataques que a educação pública e seus profissionais, bem como alunos e comunidade em geral, vêm recebendo do atual governo. Neste dia, os professores promoveram debates a respeito da educação pública, das atuais políticas públicas e da real situação da educação no Estado; Os alunos foram convidados a produzirem, junto de seus professores, cartazes para expor na frente da escola, com o teor das discussões realizadas.

A denúncia aqui referida calunia os professores envolvidos na atividade, atacando moralmente sua ética e seu profissionalismo. Nela, é posto que os alunos foram deliberadamente aliciados para fins políticos, além de terem sido expostos a perigos como atropelamento, sequestro ou até mesmo colocados a mercê de pedófilos que "poderiam estar presentes e ter acesso aos alunos".

Primeiramente, é importante esclarecer que os professores têm autonomia e liberdade pedagógica para realizar atividades de cidadania – ou qualquer outro tema – sem que tenham de pedir autorização aos pais ou a qualquer órgão público ligado à educação; Isso porque a responsabilidade sobre os alunos é da escola e dos professores, durante o período/turno em que o estudante está presente na instituição.

Em segundo lugar, é gravíssimo e criminoso o teor da denúncia, uma vez que atenta ao direito da livre expressão, bem como acusa profissionais licenciados e experientes de incitar os alunos a cometerem atos criminosos (aliciamento), além de deixá-los desprotegidos e suscetíveis a perigos.

Esta denúncia, além de ferir a Constituição, a carta Magna de Direitos Humanos e a Autonomia Pedagógica das Escolas Públicas, mostra ódio em suas palavras, assedia e desrespeita aqueles que fazem da sua profissão a maior das responsabilidades sociais: educar.

É inaceitável que este documento tenha sido recebido pela 4ª Cre, primeiro por ter sido entregue pela Casa Civil, órgão que não tem qualquer ligação com a Coordenadoria Regional da Educação, segundo por ser um ato criminoso, que tenta ferir direitos básicos de uma sociedade democrática.

Os professores foram submetidos a uma ata disciplinar, assim como seus representantes (diretor e vice-diretora do turno da manhã) também o foram, ao serem convocados na 4ª CRE. Estas atitudes são contestadas por darem aval a discursos de ódio e intolerância.

Os professores entendem que a denúncia é descabida e caluniosa e repudiam qualquer forma de cerceamento da liberdade de expressão.




BAIRRO PANAZZOLO - MAPA

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